Quarta-feira, 19.05.10

Só não querem dialogar com a FSSPX

Com lojas maçónicas e espécies afins é "parlapié" até mais não. Como já escrevi no Fratres in Unum, é escandaloso ver bispos, para mais quando cardeais, a frequentarem um meio maçónico como quem vai ao café da esquina pôr a conversa em dia com os amigos. Mas, correndo os tempos que correm, nem é muito de estranhar. Bento XVI bem disse no avião para Portugal que os piores inimigos da Igreja são os internos. Por cá, em terras de Nossa Senhora, quem não sabe das relações próximas (muito próximas mesmo!) que alguns bispos têm com as lojas, nomeadamente o Cardeal Patriarca de Lisboa e D. Januário Torgal, bispo das Forças Armadas? Este último, defende o casamento do clero e a ordenação de mulheres, como qualquer bom progressista desobediente. Porquê então o espanto em que ele e os seus amigos franceses pertençam ou frequentem com assiduidade a uma loja maçónica?


 


***


 


Relembre-se que a maçonaria sempre foi condenada pela Igreja, com penas severas para quem a frequentar:


 



DECLARAÇÃO SOBRE A MAÇONARIA


 


Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da maçonaria pelo facto que no novo Código de Direito Canônico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior.


 


Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.


 


Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas.  Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.


 


Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido, e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de Fevereiro de 1981 (cf.  AAS 73, 1981, p. 240-241).


 


O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a Audiência concedida ao subscrito Cardeal Prefeito, aprovou a presente Declaração, decidida na reunião ordinária desta Sagrada Congregação, e ordenou a sua publicação.




Roma, da Sede da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 26 de Novembro de 1983.


 


Joseph Card. RATZINGER


Prefeito


 


+ Fr. Jérôme Hamer, O.P.


Secretário


publicado por Afonso Miguel às 21:41 | link do post | comentar
Sábado, 24.04.10

Esta é para consumo interno


 


Cardeal Castrillón Hoyos, à rádio colombiana RCN (via Fratres in Unum):


 



Não me arrependerei jamais. Mantenho a minha posição, pois é a postura tradicional da Igreja [...] em alguns destes casos a maçonaria está engajada e se une a outros inimigos da Igreja [...] É uma pena que haja idiotas úteis no seio destes que se prestam a tal perseguição.


publicado por Afonso Miguel às 22:35 | link do post | comentar
Sábado, 17.04.10

Afonso Costa, hoje (à escala mundial)

The New York Times

publicado por Afonso Miguel às 22:39 | link do post | comentar
Quinta-feira, 08.04.10

Resistência interna em França: "A catedral de Paris não é uma sinagoga nem um templo maçónico"

Com a devida vénia ao Fratres in Unum:


 



Cerca de cinquenta jovens católicos procedentes dos movimentos Civitas, MJCF (Movimento da Juventude Católica da França) e  Jovens de Saint-Nicolas [du Chardonnet], impediram a realização da conferência de Quaresma (!) do rabino Krygier na nave da catedral parisiense de Notre-Dame.


 


Antes mesmo que o rabino pudesse tomar a palavra no domingo, 21 de março, em Notre-Dame de Paris, e enquanto o Cardeal André Vingt-Trois concluía a sua introdução, um dos manifestantes se levantou e propôs a recitação de um Terço em “reparação a este escândalo”.


 



Após o início da oração, as autoridades pediram aos jovens que se calassem e o som do órgão se sobrepôs à voz dos jovens. Eles entregaram também folhetos explicando sua ação aos presentes. Mons. Jacquin, reitor da catedral, chegou ao ponto de ameçar uma senhora de colocá-la fora da igreja à força.


 


Tratava-se do primeiro discurso de um rabino na catedral em toda a História.


 


Após alguns minutos de interrupção, a conferência foi reiniciada com o rabino pronunciando seu discurso na sacristia, ao lado do cardeal, enquanto os fiéis que recitavam o Terço eram convidados a deixar o local pelo serviço de segurança. Ao sair, cantavam “Christus Vincit” e o famoso canto composto por São Luis Maria Grignon de Montfort “Vive Jésus, Vive Sa Croix”.


 




Os jovens continuaram seu Terço do lado de fora da catedral em reparação e pela conversão dos judeus. Ao fim do evento, os jovens tentaram exibir uma bandeira com os dizeres: “Notre Dame não é uma sinagoga”, mas foram impedidos pelos policiais.


 




O superior do Distrito da França da Fraternidade São Pio X, Pe. Régis de Cacqueray, ao felicitar os jovens pela iniciativa, afirmou: “A catedral de Paris não é uma sinagoga nem um templo maçônico”.


 



A conferência fazia parte da série “Vaticano II, uma bússola para o nosso tempo”, promovida pelo Cardeal Vingt-Trois durante a Quaresma. A iniciativa busca expressar a adesão do episcopado francês, do qual o Cardeal é presidente, ao Concílio Vaticano II e suas reformas em um período em que este se vê contestado e que a discussão de seus documentos é oficializada por Roma.



 


***


 


Algumas imagens do sucedido:


 









publicado por Afonso Miguel às 02:15 | link do post | comentar | comentários (2)
Sábado, 27.03.10

Entrar no jogo

Quantos dos envolvidos no processo Casa Pia são maçons e quantos são padres? Quantos dos envolvidos na corrupção de Estado são maçons e quantos são padres? Pois é! O problema deve ser do segredo obrigatório...

publicado por Afonso Miguel às 01:43 | link do post | comentar | comentários (1)
Sexta-feira, 26.03.10

Mas admitiu a hipótese...

Cardeal José Saraiva Martins, a propósito dos recentes casos de pedofilia:


 



Não digo que seja a maçonaria ou qualquer outro grupo, só digo que existe uma maquinação, um objectivo muito preciso, bem claro, para atacar a Igreja.


publicado por Afonso Miguel às 00:18 | link do post | comentar
Quinta-feira, 25.02.10

Vem aí tremor de terra?

Nunca liguei muito a mexericos de corredor vindos de Roma. São sempre engraçados, dão para uns belos posts e longas conversas de café entre amigos da Tradição, mas nunca são suficientemente credíveis para passar do boato. Contudo, alguns, mesmo que inventados por jornalistas, comentadores, interessados ou até prelados do Vaticano, trazem consigo a certeza de ambições e movimentações em determinado sentido.


 


Vem isto a propósito da mais recente expectativa criada em redor do Santo Padre sobre se irá celebrar com o Rito Tridentino na próxima Quinta-Feira Santa. À parte a inutilidade da discussão sobre a veracidade, esta informação, que circula na rede, merece destaque precisamente por ser mais um sinal da vontade restauracionista que, felizmente, se alarga em muitos meios católicos. Mais, que se espalha, se estende e se consolida em inúmeros países, à excepção de Portugal e de outros que, votados a uma hierarquia anti-cristã, sofrem ainda a pesada e amarga realidade de um modernismo imposto.


 


Enfim, nada melhor do que aguardar pelos factos. Mas a confirmar-se a suspeita, a maçonaria portuguesa que se prepare bem, porque o abalo pode ser haitiano...

publicado por Afonso Miguel às 00:38 | link do post | comentar | comentários (2)
Terça-feira, 03.11.09

"Show must go on"


A União Europeia é um projecto de maus costumes. Uma forma de chantagem política, parecida com uma família da máfia siciliana onde só entra quem deixa o passado à porta e os valores em memória longínqua. As nações deste velho continente são assediadas com um modelo económico e social aparentemente atractivo e vantajoso, salvador de crises identitárias, mas que traz a novidade de obedecermos ao padrinho a troco de um sonho. No fundo, é o mesmo que ameaçar o comerciante do território que se controla. Se quer viver, tem de pagar; se quer ser pago, tem de matar. Tudo em nome de algo que nunca ninguém sabe muito bem o que é. Um marasmo de virtudes vindas de parte incerta e conducentes a um destino desconhecido, mas que rende bom dinheiro a alguns. Um conjunto de finalidades que se esgota numa vendeta civilizacional, que age contra o que ameaça a sobrevivência do império do medo e a liberdade de acção das suas regras. Que agride o que se mova em desfavor de uma omerta dos reais objectivos dos capos e pickpockets que controlam os governos locais.


 


A história da humanidade está cheia disto. Não há grande novidade. De gangsters à Al Capone falam-nos todos os manuais escolares e pasquins televisivos. Mas achamos normal. Chegámos a um tal estado de não retorno e de impossibilidade reaccionária, que ficamos a assistir, descontentes e impotentes. Ouvimos falar de inimigos a silenciar, espingardas a empunhar, causas fracturantes a defender. Somos bombardeados com uma lavagem cerebral de ódio à verdade, à justiça e à autoridade, e entregamo-nos à miséria de sermos uma arma ambulante que vai disparar a uma mesa de voto quando o padrinho faz a chamada. E orgulhamo-nos, pavoneamo-nos e superiorizamo-nos quando repetimos as balelas que ele diz, convictos de lhe fazermos a oposição necessária. “É o melhor sistema entre os piores”, dizemos, como se o mundo fosse o bairro imundo da ideologia da família dos macacos.


 


O apelo dos senhores da terra é para que renunciemos a nós mesmos e nos façamos homens das ruas, com coragem para disparar preconceitos. Homens de uma máfia internacional que se encharquem na bebida imoral e proibida com que enriquecem. Entretanto, Portugal morreu e ninguém viu com a bebedeira, mas show must go on. Bang bang e venha outra garrafa...

publicado por Afonso Miguel às 22:57 | link do post | comentar | comentários (2)
Quinta-feira, 29.10.09

... "o caminho mais rápido para o céu"


Em Maio, o Padre João Seabra afirmava na TVI24 que "dentro em breve, a Igreja estará na ilegalidade". Referia-se à ascensão de um direito internacional ideologicamente marcado que, impondo-se como cartilha de direitos inquestionáveis, contém elementos anticristãos incompatíveis com a difusão legal de uma doutrina católica. Vem isto a propósito da multa que um tribunal alemão quer impor a Mons. Williamson por causa de uma opinião sobre o "holocausto" nazi, que em tempos tornou pública. Essa opinião viola a lei germânica que não admite que sejam colocados em causa os números e os métodos dos campos de concentração nacional-socialistas, em favor de uma versão oficial dos factos. Chamam-lhe "revisionismo". É essa acusação que o bispo católico da FSSPX está a enfrentar.


 


Há duas questões que surgem de imediato face a esta notícia: primeiro, a de saber se a altura em que este caso é retomado é ingénua; segundo, a de tentar perceber até que ponto chegará no futuro a perseguição aos cristãos. Não esqueçamos que a Fraternidade Sacerdotal de São Pio X iniciou há dias as conversações com a Santa Sé, motivo de grande colera em muitos sectores progressistas, incluindo purpurados. Não será pois de estranhar que a coincidencia do aparecimento deste caso com o levantamento das excomunhões aos bispos de Lefebvre venha agora repetir-se, com o mesmo e único objectivo de denegrir a imagem dos tradicionalistas e atacar directamente o Santo Padre e as suas intenções. E se a perseguição chega ao ponto de ser interna por meia duzia de "heresias" sobre história contemporânea, imaginemos o que nos espera do exterior...


 


Como o próprio Mons. Williamson diz, "se nos matarem brutalmente, é o caminho mais rápido para o céu".

publicado por Afonso Miguel às 14:22 | link do post | comentar | comentários (5)
Sexta-feira, 25.09.09

A canalha e o regresso da tourada


Que a maçonaria nunca esteve tão bem instalada em Portugal restam poucas dúvidas. Aliás, basta olhar a história recente para reparar na coincidência de situações de grande convulsão social, protesto, desemprego, criminalidade, pobreza, má governação, perseguição à comunicação social, instabilidade política, imoralidade e medo generalizado, com a ascensão dos maçons aos altos cargos da soberania nacional. Esta realidade, que se arrasta em crescendo desde o golpe de Abril, é só mais uma para figurar nos manuais.


 


Mas como ainda não ultrapassámos a terceira república - podemos até dizer que estamos à beira do seu auge - é natural que a presença "discreta" da maçonaria se torne mais visível, na medida em que passa a ser aceite porque temida e temida porque sentida. Foi certamente neste seguimento que alguém abriu uma loja (estabelecimento comercial, entenda-se) dedicada à venda de material para rituais maçónicos. E isto é uma grande notícia, porque se a escumalha for levada pela onda e deixar de ter os habituais cuidados para não dar nas vistas, bastará agora ficar dez minutos à porta do referido espaço de negócio para apanhar uns "cozinheiros" com a boca no compasso. Era até interessante, digo eu, que algum canal de televisão se lembrasse de filmar as entradas e saídas, não estivessem comprados, dominados e mandados pelas potências do GADU.


 


Portanto, o facto insofismável é este: a maçonaria arruinou Portugal e criou uma coisa que de portuguesa só tem o nome: a república jacobina. Os idiotas úteis que lhe continuam a dar cruzinhas, lá vão  cantando e rindo no próximo Domingo, certos de estarem a cumprir um "dever cívico". Pois é bom que cantem e riam tudo enquanto podem, que as praças de touros nunca tiveram tantos aficionados...

publicado por Afonso Miguel às 21:34 | link do post | comentar | comentários (5)
Sábado, 19.09.09

Grupo "Shadow Knigths" pirateia site maçónico


Chegou-me às mãos um vídeo em que, supostamente, se vê alguém a entrar ilegalmente na área de membros do site do CLIPSAS, uma associação internacional de potências maçónicas. É quase uma hora de gravação em que são apresentados os resultados do hack: documentos que contém conclusões de reuniões e outras informações reservadas das Lojas participantes. E diga-se que tudo aponta para a veracidade da intrusão.


 


A acção parece ter sido levada a cabo por um membro de um desconhecido grupo "nacionalista" português chamado Shadow Knights. Este grupo, que faz assim a sua primeira aparição, terá como objectivo desmascarar a conspiração sionista da maçonaria que levará à Nova Ordem Mundial.


 


O vídeo pode ser descarregado aqui.

publicado por Afonso Miguel às 20:54 | link do post | comentar | comentários (5)
Terça-feira, 15.09.09

O Hitler* de Obama


Vai na volta, isto também é alguma teoria da conspiração. Como não passou na TV, as acusações a um senhor chamado John Holdren serão, certamente, fruto de uma mente muito perturbada e habituada a delírios deste género. Cabe lá na cabeça de alguém que um homem tão galardoado e escolhido por Obama para seu conselheiro e director do seu Gabinete de Ciência e Tecnologia seja um crápula! Impossível! Por isso, adverte-se desde já a navegação para o facto de o post do Pela Vida aqui reproduzido conter material  objectivamente reaccionário, racista e "fássista", que visa apenas desacreditar o projecto de um tipo que finge ser presidente de uma Casa Branca vacante. Diz assim (destaques meus):


 


O presidente Obama nomeou para Director do Gabinete de Política para Ciência e Tecnologia a John Holdren um dos mais radicais pregadores do controle forçado da natalidade.



Holdren também é defensor esterilização massiva de populações inteiras introduzindo agentes esterilizantes na rede de água potável. Também é um grande arauto do que chamou de “Regime planetário” que aplicaria esse programa. A matéria foi revelada pela agência LifeSiteNews e encontra-se disponível na Internet.



Holdren formulou esse programa para os USA no livro “Ecoscience: Population, Resources, Environment”, do qual é co-autor.



“Tem sido demonstrado - escreveu - que leis compulsórias de controle da população, incluindo até leis impondo o aborto compulsório, podem-se sustentar sob a actual Constituição se a crise da população se tornar suficientemente severa para pôr em perigo a sociedade” (p. 837).



Holdren pretende que “nem a Declaração de Independência nem a Constituição americana mencionam um direito a se reproduzir” e que por causa disso o governo pode obrigar as mulheres a terem crianças ou forçá-las a abortar.



Holdren ataca as famílias numerosas com o infamante e falso argumento de que “contribuem para uma geral deterioração social super-produzindo crianças”.



Nas páginas 786-7 propõe uma “cápsula esterilizante com efeitos de longo prazo que poderia ser implantada sob a pele” das mulheres na puberdade e que “poderia ser removível, com autorização oficial, para um limitado número de filhos.”



Holdren propõe nas páginas 942-3 uma autoridade política internacional que ele chama de “regime planetário”, para garantir o controle da população, dos recursos e do meio ambiente. Esse tirânico poder controlaria e distribuiria os recursos naturais e decidiria qual seria a “população óptima do mundo”.



Para Holdren esse novo despotismo deveria ter poder efectivo para impor suas decisões. Para isso deveria dispor de uma “organização internacional armada, uma das força de polícia interplanetária” (p. 917).



Este monstro assassino é que devia ser o protagonista do anúncio sobre a SIDA, mas como faz parte do governo dos USA o mundo assobia para o lado.


 


***


 


* ou Estaline, Mao, ...


 


ps1: Os católicos liberais que defendem Obama andam assustados e disparam "racismo" para todos os lados, usando o velho truque do preconceito contra o "papão reaccionário". Nada de novo. Barack Obama foi elevado a dogma e negá-lo dá direito a excomunhão...

publicado por Afonso Miguel às 15:00 | link do post | comentar | comentários (1)
Segunda-feira, 14.09.09

A asfixia jacobina


Não sei bem quem inventou a tese da "asfixia democrática" - foi a Manela? - mas queria dizer que estou inteiramente de acordo. A democracia jacobina em que vivemos começa a mostrar as garras. Ou seja, chegámos a um estádio superior de lavagem cerebral, pela imposição quase total da absolutização de todos os pressupostos da ética republicana. Isto significa que há matéria para muita "teoria da conspiração" e "receios infundados", coisa que a Justiça portuguesa já percebeu há muito tempo...

publicado por Afonso Miguel às 21:32 | link do post | comentar

Eu não acho que este homem seja maluco

Já vi mil e uma coisas na internet sobre o "11 de Setembro" e chego a esta conclusão: quanto maior for o fluxo de informação e o número de documentários e livros sobre este tipo de assuntos, menos credíveis se tornam determinadas posições que colocam em causa a versão oficial dos acontecimentos. Aliás, a melhor forma de as transformar em teorias da conspiração próprias de lunáticos, é incentivar a produção de investigações e, sobretudo, ficções e boatos sobre certos temas. É uma técnica que, parecendo ter o efeito contrário, acaba por desacreditar  os factos, por nunca serem confirmados por nenhuma entidade. Não é por acaso que se diz que alguém "anda a ver muitos filmes"...


 


Monsenhor Williamson é dos que se arroga a ter opiniões controversas, arriscando-se a ser rotulado com todos os preconceitos de que a Igreja modernista foge a sete pés - alinhando neles. A exemplo de outras situações, como a do holocausto nacional-socialista, não pode calar as dúvidas que o assaltam sobre o "11 de Setembro". Pela proximidade da data, torna-se pois oportuno publicar um excerto de uma pregação em que o Bispo da FSSPX fala sobre os "atentados", a que cheguei via O Reaccionário:


 





publicado por Afonso Miguel às 18:15 | link do post | comentar | comentários (2)
Segunda-feira, 24.08.09

"Eles andem aí e voem baixinho"


Aqui.

publicado por Afonso Miguel às 21:59 | link do post | comentar | comentários (15)
 

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