Sexta-feira, 04.05.12

O holocausto continua (sem taxa moderadora)

20290 abortos em 2011.

publicado por Afonso Miguel às 00:19 | link do post | comentar
Quarta-feira, 02.05.12

Aborto: a contracepção póstuma

Em Portugal:



"Tivemos mais consultas de interrupção voluntária da gravidez do que de obstetrícia [para terem filhos]. E algumas das pessoas a repetirem segunda e terceira vez", sublinhou Isabel Vaz, em Fátima, durante a sua intervenção no XXIV Encontro Nacional da Pastoral Social.


publicado por Afonso Miguel às 20:23 | link do post | comentar
Quinta-feira, 26.04.12

Cambada de analfabrutos

É esta malta que legisla em Portugal. É isto que os partidos e a maçonaria têm a oferecer ao país. Analfabrutos que leram meias-páginas de manuais de pacotilha nas faculdades do regime e disseram três palavras num plenário concelhio ou numa sessão de loja. Gente para quem o 25 de Abril significa "tacho". Valha-nos Deus!

publicado por Afonso Miguel às 19:21 | link do post | comentar
Terça-feira, 24.04.12

Eutanásia e aborto: a eugenia social do século XXI

Na Holanda:



Asilo na Alemanha converte-se em abrigo para idosos que fogem da Holanda com medo de serem vítimas de eutanásia a pedido da família. São quatro mil casos de eutanásia por ano, sendo um quarto sem aprovação do paciente.


publicado por Afonso Miguel às 20:01 | link do post | comentar

Eles, no mundo deles

Perante o anúncio de que Mário Soares e os capitães de Abril não participarão amanhã nas comemorações oficiais da revolução, e atendendo às razões apresentadas, não restam dúvidas de que o que esta escumalha queria, mais do que uma democracia, era a sua democracia. E têm-na: um regime que lhes paga a vida e lhes deu a vida que lhes paga; um regime que lhes permite fazer um teatrinho de vez em quando, com plateia assídua da extrema-esquerda e aplauso dos demagogos do costume. Porque, afinal, a democracia é bonita desde que garanta determinados "direitos fundamentais" (os da vida deles, sobretudo), e se vergue à autoria e autoridade morais de quem, para mal do país, o proporcionou.


 


Cambada de traidores.

publicado por Afonso Miguel às 19:33 | link do post | comentar
Terça-feira, 10.04.12

Do terrorismo intelectual

O José António Saraiva publicou um artigo de opinião sobre uma determinada matéria. É um direito que lhe assiste. Porém, a matéria é "fracturante" e as conclusões, ainda que inofensivas, atentam contra um qualquer outro direito pretensamente maior. Está feito. Houvesse censura e o texto não passaria; hoje passa, mas sujeita-se a ser considerado "delito de opinião". E o Sá Pinto que se cuide...


 


***


 


Alguém pergunta nos comentários do Sol:



Quem escrever que um «casal» de homens não consegue ter filhos, porque a Natureza não dotou os homens com um útero nos intestinos, está a difamar ou a constatar um facto?



Qualquer dia...

publicado por Afonso Miguel às 23:21 | link do post | comentar
Quinta-feira, 27.10.11

O busílis

José Rodrigues dos Santos pergunta:


 



"A Igreja nega ou não nega que Jesus era judeu - e, consequentemente, que Cristo não era cristão?"



 


Um testemunha de Jeová compra o livro e fica na dúvida:


 



"Os católicos negam ou não negam que Maria era judia - e, consequentemente, que Nossa Senhora não rezava o Terço?"



 


Puxadinho...

publicado por Afonso Miguel às 18:43 | link do post | comentar
Sexta-feira, 19.08.11

Contra Bento XVI


As JMJ vivem do ar festivaleiro do estilo CVII. Não é por acaso que movimentos como o Renovamento Carismático ou o Caminho Neocatecumenal acorrem a este tipo de eventos, alimentando-lhes o espírito: freiras que dançam a "macarena"; Sua Santidade transformada em ícone; guitarradas e tambores por todo o lado... É um pagode! Mas a jornada que está a decorrer em Madrid tem impressionado por outros motivos. Hordas de analfabetos anarquistas, ateístas, laicistas ou simplesmente gayzistas, têm tentado perturbar o ambiente com protestos enraivecidos que visam directamente o Santo Padre. O ódio espelhado no rosto dos manifestantes, oriundos de todas as partes, é bem sinónimo da forte hostilidade à Igreja que continua crescendo naqueles países que outrora foram os grandes reinos difusores da Fé. Hostilidade intelectual, que se faz sentir diariamente em todos os sectores das sociedades ocidentais, mas também física, como comprovam os acontecimentos em Espanha.


 


A atitude dos participantes da JMJ de 2011 tem sido exemplar. A oração é a melhor armar contra os inimigos de Cristo, e as imagens que têm corrido mundo atestam a heroicidade de jovens que se ajoelham a rezar nas ruas madrilenas em resposta às provocações. Sem dúvida um acto de verdadeira resistência cristã. Por mais que as JMJ sejam campo de modernismo e maleitas internas e por maior que seja a indiferença à restauração litúrgica e ao pensamento de Ratzinger em determinadas matérias, o amor ao Papa e a coragem ainda transparecem, porque é sobretudo contra o pontificado de Bento XVI que a corja sai à rua.

publicado por Afonso Miguel às 16:00 | link do post | comentar
Sábado, 05.02.11

Reflexos condicionados de uma ditadura jacobina


 


A Igreja percebeu e defendeu desde cedo que a grande escola da Fé é a Família. É por isso que os catraios são baptizados quando ainda berram e a catequese deve ser, tão só, um complemento instrutivo que conduz os fiéis menores na vida iniciática cristã. A formação moral de base, essa vem do lar, fruto do dever de transmissão geracional da Tradição Católica e do exemplo da Sagrada Família. Mas o Estado nunca entendeu muito bem esta celular individualização da educação, porque raras vezes a encarou com naturalidade. Para o Estado moderno, a Família é um acidente histórico a ser corrigido conforme a necessidade totalitária.


 


É de antropologia que falamos. Se o cristianismo apresenta um caminho de respeito pela natureza relacional que nos define, apelando a uma abertura à vontade transcendente que a criou, o socialismo ateu impõe o contrário: a superstrutura estatal escolhe, para todos sem excepção, a natureza a seguir. É a eugenia social que remonta às mais diabólicas intenções bolcheviques de 1917, passando por Pavlov, Estaline, todas as repúblicas soviéticas e Hitler, e acabando na URSS sem rosto a que habitualmente chamamos de União Europeia.


 


Em Portugal, as manifestações desta ideologia transformadora do ser humano estão à vista de todos. Se em Espanha os jacobinos querem padronizar os miúdos ao ponto do controlo linguístico orwelliano, por cá atacam-se as instituições de ensino privadas, sobretudo as católicas, em nome de cortes orçamentais e de preconceitos socialistas gastos pelo tempo, como o que diz que a escola privada é um privilégio de classe promotor de discriminação.


 


No fundo, o Estado quer colocar os nossos filhos sob a sua tutela exclusiva, porque inventou ser anterior a qualquer aspiração, incluindo as que temos no recato, em casa, com o nosso cônjuge, para o futuro dos nossos filhos. O pior é que já não é necessário que alguém nos vigie. Não existe um Big Brother. No estádio de decapitação mental a que nos conduziram, não chega a ser preciso. Os cães começam a estar treinados...

publicado por Afonso Miguel às 23:21 | link do post | comentar | comentários (2)

Nada de novo debaixo do Sol...







Governo português contra a defesa dos cristãos


Aura Miguel, RR on-line 04-02-2011 09:45


 


Quando ouvimos notícias sobre atentados contra cristãos, sofremos e, muitas vezes, revoltamo-nos ao saber que foram mortos cobardemente por ódio à fé, enquanto rezavam, como aconteceu recentemente no Iraque e no Egipto.


 


Entre nós – no Ocidente - não há perseguição aberta nem martírios frequentes, mas muitos cristãos sofrem certa pressão e discriminação: ao nível da opinião pública, nos programas de ensino impostos pelo Governo, na legislação sobre saúde, sobre a família e a vida humana... Enfim, cada um de nós é capaz de enunciar já hoje um ou outro caso.


 


Às claras, ou veladamente, a violência e intolerância contra os cristãos é sempre condenável. Claro! Foi o que também achou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália ao propor, esta semana, à UE, uma declaração conjunta para condenar a perseguição religiosa anti-cristã.


 


A proposta italiana teve o apoio da grande maioria dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União, mas foi bloqueada por cinco países: Portugal, Espanha, Luxemburgo, Irlanda e Chipre. E, por isso, não se chegou a acordo.


 


Ficamos, pois, a saber que o Governo de Portugal é líder na Europa contra a defesa dos cristãos.
















publicado por Afonso Miguel às 15:21 | link do post | comentar | comentários (2)
Domingo, 23.01.11

Entretanto, aqui ao lado


 


Nunca Espanha esteve tão perto da apostasia total. As referências que ultimamente tenho feito à situação assustadora que se vive no país vizinho vão todas no mesmo sentido: a destruição final de um dos grandes reinos católicos. Desta vez, ao mesmo tempo em que mais de 50 % de menos de metade dos eleitores portugueses elegem Cavaco Silva, o poder local de Barcelona lembra-se de erguer um autêntico bezerro de ouro junto à Sagrada Família...

publicado por Afonso Miguel às 22:59 | link do post | comentar | comentários (1)
Sábado, 15.01.11

Não há folgas para ninguém

Segundo o novo calendário que a federação europeia distribuiu pelos estados membros, parece que não haverá Natal, Corpo de Cristo, Assunção ou Imaculada Conceição. Vai tudo trabalhar. E em nome da tolerância cristã que está na génese da nossa civilização humanista, passamos a ser fiéis cumpridores do jejum do Ramadão e celebramos a Páscoa judaica com pão ázimo. Pontes e descanso à pala da Igreja, nem vê-los. Apoiado.

publicado por Afonso Miguel às 00:51 | link do post | comentar
Sexta-feira, 14.01.11

Uma guerra que nunca cessou


 


Se Franco visse isto... : Triunfo de la extrema izquierda anticlerical - Se suspenden las misas en la Universidad de Barcelona mientras no se garantice la seguridad de los fieles.

publicado por Afonso Miguel às 00:03 | link do post | comentar
Quinta-feira, 13.01.11

Da liberdade religiosa, segundo Bento XVI

Se muito criticam Bento XVI por agir na linha conciliarista da velha matéria de liberdade religiosa, é porque não lêm Bento XVI. Do que o Santo Padre sabe é que a questão é hoje outra, muito mais complexa, e vem bem na sequência dos dois posts anteriores (notas minhas):


 



«A verdadeira contraposição que caracteriza o mundo actual não é entre culturas religiosas diferentes, mas entre a radical emancipação do homem em relação a Deus, às raízes da vida, por um lado, e as grandes culturas religiosas, por outro. Se vier a acontecer um choque de culturas não será pelo choque das grandes religiões - desde sempre em luta umas contra as outras mas que, afinal, sempre souberam viver umas com as outras -, mas sim pelo choque entre esta radical emancipação do homem e as grandes culturas históricas. Deste modo, também a recusa da referência a Deus (na Constituição Europeia) não é expressão de uma tolerância que pretende proteger as religiões não teísta e a dignidade dos ateus e dos agnósticos, mas antes expressão de uma consciência que pretende ver Deus definitivamente apagado da vida pública da humanidade e atirado para a esfera subjectiva de culturas residuais do passado. O relativismo, que constitui o ponto de partida de tudo isto, torna-se assim um dogmatismo que se julga em poder do conhecimento definitivo da razão e no direito de considerar tudo o resto um mero estádio ultrapassado da humanidade e que pode ser adequadamente relativizado (o fim marxista da história). Na realidade, isto significa que temos necessidade de raízes para sobreviver, e que não devemos perder Deus de vista se queremos que a dignidade humana não desapareça.»


 


in A Europa de Bento na crise de culturas



 


***


 


A propósito e com ligação directa à situação espanhola: Ratzinger: "La educación sexual amenaza la libertad religiosa en Europa".

publicado por Afonso Miguel às 01:10 | link do post | comentar

1984

Da Espanha Católica, um dos braços armados da Igreja, pouco ou nada resta. A loucura orwelliana ultrapassa todos os limites, sob o olhar de um rei do "faz de conta" e ao abrigo do projecto de eugenia social da federação europeia. É a concretização do velho sonho marxista da Revolução de Outubro.

publicado por Afonso Miguel às 00:21 | link do post | comentar
 

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