A canalha e o regresso da tourada


Que a maçonaria nunca esteve tão bem instalada em Portugal restam poucas dúvidas. Aliás, basta olhar a história recente para reparar na coincidência de situações de grande convulsão social, protesto, desemprego, criminalidade, pobreza, má governação, perseguição à comunicação social, instabilidade política, imoralidade e medo generalizado, com a ascensão dos maçons aos altos cargos da soberania nacional. Esta realidade, que se arrasta em crescendo desde o golpe de Abril, é só mais uma para figurar nos manuais.


 


Mas como ainda não ultrapassámos a terceira república - podemos até dizer que estamos à beira do seu auge - é natural que a presença "discreta" da maçonaria se torne mais visível, na medida em que passa a ser aceite porque temida e temida porque sentida. Foi certamente neste seguimento que alguém abriu uma loja (estabelecimento comercial, entenda-se) dedicada à venda de material para rituais maçónicos. E isto é uma grande notícia, porque se a escumalha for levada pela onda e deixar de ter os habituais cuidados para não dar nas vistas, bastará agora ficar dez minutos à porta do referido espaço de negócio para apanhar uns "cozinheiros" com a boca no compasso. Era até interessante, digo eu, que algum canal de televisão se lembrasse de filmar as entradas e saídas, não estivessem comprados, dominados e mandados pelas potências do GADU.


 


Portanto, o facto insofismável é este: a maçonaria arruinou Portugal e criou uma coisa que de portuguesa só tem o nome: a república jacobina. Os idiotas úteis que lhe continuam a dar cruzinhas, lá vão  cantando e rindo no próximo Domingo, certos de estarem a cumprir um "dever cívico". Pois é bom que cantem e riam tudo enquanto podem, que as praças de touros nunca tiveram tantos aficionados...

publicado por Afonso Miguel às 21:34 | link do post | comentar