Ainda sobre a posição católica face à imoralidade do casamento civil

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada defende a mesma atitude que há tempos sugeri:


 


(...) é possível que muitos cônjuges pretendam agora a extinção dessa sua condição civil, precisamente para não ficarem juridicamente na mesma situação agora concedida aos parceiros de uma união homossexual. E, de futuro, porventura não será possível negar, aos cristãos que celebrem canonicamente o seu matrimónio, o direito à objecção de consciência quanto à transcrição civil desse seu casamento, precisamente para evitarem uma equiparação que gravemente contraria os seus princípios éticos e religiosos. Antes só do que mal acompanhado...

publicado por Afonso Miguel às 23:49 | link do post | comentar