Amor

Quando eu penso que já está tudo dito, o Corcunda lança mais uma bujarda daquelas que, a acertarem na cabeça dum vermelho, lhe desfazem a pouca mioleira que tem. Escolheu ele o Amor como mote definitivo de combate, como cidadela a proteger, como rei a quem obedecer. Bem vistas as coisas, não há nada que fuja à sua concepção, aceitação ou tentativa de invenção. Não há nada que possa escapar à sua génese de assunto público a ser legislado, ensinado, conservado. Afinal, que se declara com a Lei a não ser que uma determinada noção de Amor deve prevalecer?


 


Por isso, vão ler os últimos dois post do homem da pretuberância dorsal e sigam para a luta, que já se faz tarde e a Fé obriga. E a luta começa em nossas casas.

tags:
publicado por Afonso Miguel às 21:46 | link do post | comentar