Coisas de escolas sem crucifixos

Este texto, a circular pela blogosfera, é só mais uma prova de como um qualquer aluno do 11º ano está preparado para reflectir sobre o mundo moderno como ele é, não sobre como devia ser. Fica um excerto:


 


(...) Ser português, hoje em dia, é como ser habitante de qualquer outro país desenvolvido. Claro que se sair às ruas e perguntar "O que é para si ser português?", as pessoas não responderão que lhes é indiferente  serem de qualquer outra nacionalidade, e afirmarão que são do país que descobriu o caminho marítimo para a Índia, que descobriu o Brasil, do país de Camões, Amália Rodrigues, José Saramago, Luís Figo ou Rui Costa...  mas, na realidade, não é isso que sentem. Actualmente não há razões que justifiquem o orgulho de ser português da mesma forma que não há razões que levem a preferir ser Inglês, Espanhol, Italiano ou Alemão. Na "aldeia global" que habitamos, ter orgulho de pertencer a uma nação não tem o mínimo cabimento.

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publicado por Afonso Miguel às 02:09 | link do post | comentar