1 comentário:

Alef a 18 de Maio de 2011 às 00:43
É muito interessante ver este volume (e os do século seguinte têm exemplos ainda mais interessantes) e reparar em algumas ironias. Por exemplo, a inclusão de Raimundo Lúlio (Beato), fruto da tergiversação de um inquisidor, que levou a que a obra de Lúlio (Llull) fosse condenada por dois papas. E quanta injustiça de fez sobre a memória e obra deste homem durante seis séculos! Sobre isto, ver o livro «Da Raimondo Lullo a Nicola Eimeric. Storia di una falsificazione testuale e dotrinale».