9 comentários:

Nuno Castelo-Branco a 25 de Agosto de 2009 às 19:44
É como dizes: também adorei a nova basílica. Tudo muito bem e impecável. E logo eu, sempre tão desconfiado da arquitectura "moderna"!
Afonso Miguel a 25 de Agosto de 2009 às 19:46
Nuno, não é basílica, a menos que nos entretantos Roma já lhe tenha dado esse título. Mas também acho que serve o propósito. Escusavam era de ter consagrado aquilo como igreja, mas tá-se bem... para concentrações protestantes não se pode pedir mais.

Cumpts
Teresa a 26 de Agosto de 2009 às 14:11
Ao ter já assistido a "celebrações" no espaço em questão penso poder afirmar que "cruz vermelha no chão a cada quinze passos" se destina(va) a assinalar os "pontos" de comunhão... pelo que vi, das vezes que lá fui, o tal "ponto" não é respeitado e entre empurrão e desvios é apenas uma aproximação.
Cumprimento-o pelo blog e pela sua postura. Que as actividades circences dos espaços de culto não nos façam distrair nem desistir...
Teresa
Afonso Miguel a 26 de Agosto de 2009 às 14:16
E eu cumprimento a cara Teresa pela visita e pelas palavras, bem como pela explicação.

Resistamos.

Cumpts
João C. a 26 de Agosto de 2009 às 16:46
Estou como tu, Afonso. Nunca percebi como insistem em chamar de "igreja" a um anfiteatro, mais parecido com um OVNI , visto do exterior e que mais parece um centro cultural ou um lugar de reuniões.
Sinais dos tempos? Sem dúvida! Exteriormente, enquanto uma - a Basílica - se ergue para Deus, esta caricatura de igreja se estende para os homens. Logo por aí vê-se a quem os "modernos" senhores - promotores da construção daquela aberração arquitectónica - preferem servir primeiramente.
Por dentro então... Bem, já não falo na ausência do Santíssimo Sacramento, que isso é o que, lamentavel e vergonhosamente, mais se vê em muitas igrejas "modernas". Ali respira-se o profano. Não consigo encontrar um abiente sagrado naquele espaço. E já ouvi falar em que aquele OVNI -anfiteatro se vai tornar um espaço para "encontros multi-religiosos", ou seja, espaço para que toda a espécie de falsas crenças - senão mesmo diabólicas - venha profanar o lugar sagrado escolhido por Maria Santíssima para transmitir a Sua mensagem ao mundo.
Já aconteceu uma vez, com a profanação da Capelinha, em que grupos hindus invocaram os seus demónios, em nome da sua diabólica "paz", com a autorização do Sr. Luciano Guerra, em pleno altar, debaixo dos olhos da Santíssima Virgem! Tal coisa não pode ficar impune pela Justiça Divina!
 Enfim, Nossa Senhora deve estar bastante contento com o que fizeram daquele lugar sagarado. Já para não falar nas orelhas moucas que continuam a fazer à Sua mensagem ali deixada...
 Resta-nos rezar, reparar, consolar o nosso Deus e Sua Mãe, por tanta ordinarice que se pratica e, pior ainda, que se deixa praticar por parte do clero nos lugares sagrados.
 Um abraço forte!
EU a 26 de Agosto de 2009 às 21:37
Ignorante... foste a Fátima... e não sabes que as cruzes vermelhas no chão na Igreja nova é para o PAdre se colocar a distribuir a Comunhão... Vai a Fátima sim, mas como peregrino.... os outros que lá estão.... deixa-os... importa-te contigo... e olha que já não deve ser pouco, mas antes de ver uma obra de arte mune-te de informação suficiente para a saberes ver e apreciar....
Afonso Miguel a 26 de Agosto de 2009 às 21:41
Ena, sou bué da ignorante por não saber que umas cruzes espalhadas pelo chão de uma "igreja" são para marcar os pontos de comunhão... fonix, que ignorante que eu sou! E eu que pensava que aquilo devia ter uma mesa da comunhão, tipo balaustrada. Xiii men, obrigado por me abrires os olhos! Sou mesmo bué da burro e info-excluido, é isso...
Cristina Ribeiro a 27 de Agosto de 2009 às 00:25
Vinda do Algarve, estixe lá cerca de duas horas e meia , e senti-me muito bem no  Santuário, e zona envolvente,.Menos bem fora do recinto Sagrado, onde o comércio é escandaloso: vende-se de tudo, só faltavam mesmo as camisolas do Cristiano Ronaldo.
Afonso Miguel a 29 de Agosto de 2009 às 14:31
Quanto a esse comécio despropositado que se vive em Fátima - embora tenha de se fazer justiça ao que proporciona um serviço muito digno e de louvar - nada a fazer. O que me preocupa é o espaço em a Igreja tem poder de ditar as regras.