Regra - Rigor - Resultado

Quem vai ao rito paulino e não está mergulhado no espírito anarquista da modernidade, apercebe-se de uma realidade simples: a revolução conciliar arrancou à Igreja a capacidade de crer que a liturgia tem - e deve continuar a ter - uma regra necessária ao rigor, e um rigor necessário aos resultados. Sem isto, tudo é vão; sem isto, tudo é espelho do que não devemos ser. E é o dever que deve inspirar o querer no bom sentido.

publicado por Afonso Miguel às 19:51 | link do post | comentar