Uma questão de princípio

Há dias, estava a ver um daqueles debates inúteis que passam a toda a hora na TV portuguesa, onde participavam a Joana e um bando de anormais que nunca os vi mais gordos. As comparações entre a libertinagem sexual e a abolição da escravatura passaram-lhes incólumes, claro está, como em tudo o que vociferaram, enquanto a menina bonita do comunismo chique desempenhava o seu papel inquisitorial. E eu pensava: "Mas o que é que estes orangotangos estão ali a fazer que não conseguem dar réplica a uma tarada de uma psicóloga trotskista?".


 


É ir ler o novo blog dela e ficar de boca à banda. A verdade é que eu não me sentava sequer ao lado daquele perigo de mulher. A senhora é uma terrorista das palavras, e contra bombas não há chapéu de chuva que resista aos perdigotos. Aliás, manda a boa "finéce" diplomática modernaça que não se dialogue com a malta fundamentalista, não vá alguém beneficiar-lhes a causa. Digamos que é mesmo uma questão de princípio, mas parece que ninguém percebe. Enfim, Portugal está sempre um passo atrás no que toca a "finéce"...


 


Pois aprendamos de vez: contra eles, só à metralhada e em cheio no cortex frontal. Porque de quem tenha conversado com o diabo, só Nosso Senhor lhe deu baile. Agora só lhe damos tempo de antena...

publicado por Afonso Miguel às 21:03 | link do post | comentar